Floriano Romano

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Floriano Romano, nascido Floriano Carvalho de Araujo (Rio de Janeiro, |23|3|1969), e um artista contemporâneo brasileiro, que trabalha com objetos sonoros, instalacoes e acoes urbanas.

Biografia

Floriano Romano é pioneiro em obras que mesclam instalações, performance e rádio em espaços urbanos.Criou o programa de rádio “O Inusitado” no Rio de Janeiro, condensando um excelente imaginário sobre o som, tanto nas artes plásticas como na música e na poesia de 2002 a 2004. Trabalha com intervenções urbanas e sonoras, abertas a participação do público. Em 2015 ganhou o Prêmio CCBB Arte Contemporânea e participou da exposição do Prêmio Marcantonio VIlaça do SESI no MAC/USP. Em 2013 realizou a exposição SONAR, na Casa de Cultura Laura Alvim. Em 2012 ganhou o premio Marcantonio Vilaça da Funarte com a obra Chuveiros Sonoros e o Prêmio Projéteis de Arte Contemporânea com a exposição A Cidade Sonora. Em 2011 produziu o projeto INTRASOM no MAM-RJ e participou da exposição PANORAMA DA ARTE BRASILEIRA no MAM-SP. Em 2009 participou da 7a Bienal do Mercosul “ Grito e Escuta” e ganhou em Dezembro o Prêmio Interações Estéticas da Funarte com o trabalho Sapatos Sonoros. Em 2008, Ganhou a Bolsa de Estímulo as Artes Visuais da Funarte com o projeto "Lugares e Instantes" de intervenção urbana, e o Prêmio Projéteis de Arte Contemporânea com a performance "S.W.O.L, Sample Way of Life". Em 2007 produziu a performance com a mochila sonora "Falante" premiada no Salão de Abril, Fortaleza, e que participou da mostra "Futuro do Presente" no Itaú Cultural em São Paulo.

Falante, Sao Paulo, 2007

Realizada primeiramente em fortaleza e depois na praca da se, sao paulo. Posteriormente em La Habana e Santiago do Chile.

foto: Edouard de Fraipont

O trabalho “FALANTE - Escultura Sonora Itinerante”(2007), foi concebido para ser uma deriva pela cidade,

uma transmissão autônoma, uma atitude sonora que responde a produção ruidosa da urbe com um poema. NAO PRESTE ATENÇÃO, diz o poema repetidas vezes, esculpe o espaço com o som físico (se aproxima da escultura), mas também na transformação do sentido do espaço para o público que assiste,(se aproxima da escultura social). O Falante faz a passagem do ruído do mundo para o corpo ruidoso que gera um campo em torno de si, que requere um espaço na cidade, o homem como produtor de ruído que gera seu próprio território e irradia sua identidade na multidão de identidades que se percebem. A imagem sonora desse “território” de individual se torna pública, coletiva, uma história entre as diversas histórias dessa paisagem.
Falante2.jpg


No Falante o ruído está em movimento, corpo ruidoso que cria um percurso pela cidade , sem nenhuma função aparente, à deriva com um pedido estranho. Não preste atenção. Reforça o comum com um chamado (não prestar atenção) e através dessa ironia põe em dúvida (qual o valor? onde está o valor?). Marca um território e cria suas próprias regras . Assim é a sua capacidade de gerar campos autônomos, espaço que se gera com a alternância entre o som e o silêncio.



Florian-romano-ocupa-parque-das-ruinas-com-instalacoes-que-criam-uma-historia-ficcional

Desorientacao afetiva pela noite